Apertado em mim nem posso lembrar do tempo que a fotografia da noite me trazia as estrelas.
Mesmo pregado no colchão que navega nas ondas de uma piscina escura; com meu chakra terceiro-olho virado para Antares.
Meus olhos estão borrados com suas defesas, minha respiração rasgada com suas estratégias.
Era importante procurar uma saída de vocês; agora nem consigo sair de mim.
Por ti encontro um caminho mútuo,(obrigado) lembrando da nossa identidade primordial.
Que se apagava nas restrições desse corpo, desses corpos, desse ar.
Por que quando fomos brincar de esconde-esconde nos perdemos dos nossos amigos nessa terra? Tínhamos o universo inteiro para nos esconder.
Somos pequenos tolos, curiosos pelos humanos e detidos nesta armadilha.
(Terra; redonda; grande maçã, fruto proibido)
Tu nota comigo como estamos fragmentados? Nossos dedos estão tão distantes do nosso centro.
Eles tocam objetos externos, para quê, se de quando éramos “tudo” e “todo tempo”. Estrelas irmãs.
Minha estrela irmã volte para dentro do meu corpo, não se separe mais.
Tragado pelo “humano” paraliso em não ser suficiente a te oferecer nada.
Assistimos eles se destruírem; assistiremos eles se amarem.
Estaremos intrigados por nossa dissociação disto, atritando com questionamentos da micro-intensidade destas bolhas.
Você escuta nossa mãe supernova nos chamar? Interligamos-nos-a com palavras.
(Por que estamos sendo tolos?)
Em qualquer realidade, ou qualquer fantasia, qualquer prato abstrato, qualquer dor concreta, qualquer beliscão de sonho, qualquer corpo-corpo trocando suores... você me assiste voltando para a nossa origem.
Ataca-me para não ter pressa, e segura meu corpo que disritma a respiração.
“Como ousa? Como ousa? – Avançar tão rápido. Você não nos ouve.”
E ela me atrai, como em um magnetismo flutuante.
“Por onde vou? O que eu aproveito mais aqui? – Você já foi?”
Eu já não ouvi esta frase. Mal lembro das outras.
Desta trajetória ramificada; há um corpo abandonado com meus resquícios somado a brilhos lunares.
Ficou e permaneceu um corpo com pequenas fagulhas interestelares; rapsódia dos anjos e brinquedo de demônios.
Ficou aqui com você um rastro biológico da calda de uma estrela.
Partindo do Marcos, uma eterna explosão supernova.
Linear, deste corpo ao universo.
Como sendo meu amor; use-me como ponte...
Até a nossa mãe.
Esse blog é pessoal; despejo da minha visão, seja racional, emocional, psicodélica, sempre atualizado pelo que estou passando no momento; o importante é que minha visão é exclusivamente peculiar. Sou descritivo, reparador, desenvolvedor, depurador, elaborador. Provavelmente este blog será para projetar e encaminhar para situações, soluções, intrigas e expansões pessoais. Serve de direcionamento, atalho, organização e arquivamento (evitando assim perda).
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Oi
Na sua forma tradicional acumulava silencioso toda a sabedoria no canto de seu quarto.
O conheci e perguntava: “Onde você vai com toda essa bagagem?”... ele agia: “Você não entenderia por que não quer realmente saber.”;
e assim continuava legitimando todo esse mapa particular de caça ao tesouro.
Então como brincadoras as bolhas que saíam da minha mente, metafóricas no ar, como universos atrevidos, o provocavam...
Conseqüente ele seguia saindo de seu esconderijo-transparente; estourando-as à significar um mini conto: “Elas não poderiam me alcançar aqui neste lugar (simplesmente pare)”.
Eu sei, vejo que sua vida tem um pilar grande e sustentável; mas quando eu deito em uma centena de pequenos pregos, eles me seguram sem me ferir. Sinto muito que quando o fez você não tenha acumulado um número suficiente.
Então retornamos a nos ver, e eu sempre digo: “oi”.
A palavra o faz sorrir, mas rebate no inconsciente e o irrita a previsibilidade.
"“Eu já passei por isso” – Quando então tu o faz meu automático passado me defende e eu ajo desviando das tuas palavras que tentam me cavar.
“Lembra quando fui cavado demais? Quando achado o tesouro foi embora. Já viu alguém na história ficar com o buraco?” – Então eu refuto-te mais uma vez, meu olhar não te segue para não lhe dar forças. É um lugar onde você não deve ir."
Eu agora sempre baixo a cabeça e me acoco psicologicamente quando você tende em 100% questionar o que é direcionado a você. Sei que meus dedos acariciantes me tornam totalmente alusivo, apologético; mas não procure neles o projeto de construção que são os mesmos pontos fracos para destruir.
Então eu disse “oi” pela segunda vez. E a palavra ecoou fraca nas paredes desta vez; eu quase não a ouvi.
A palavra já não trouxe um sorriso, ele só olhou para minha mão esperando que eu fizesse um gesto de saudação.
Não vá embora – não vá embora.
Não! Eu nunca havia misturado uma paixão com meu senso de pânico na vida; e eu nem gostaria que tivesse acontecido, pois sim, isso viria a pressionar-nos.
Então ambos perdíamos a minha figura na arrogância, petulância, na medida que éramos sobrepostos por um pedido de algo maior, esmagando a perniciosidade sexual que nos elevava.
Sentado naquele colchão ambos sabíamos que eu não queria ir embora.
Minha voz estava calma aquele dia, meus olhos estavam exaustos.
Eu estava com o estômago pulsando, volátil das inundações que sempre me enchem indevidamente (posteriormente). Ou ao que eu iria recorrer? Esquecer? Procurar amar? Procurar te procurar? procurar te provar coisas? (Não, procurar te provar coisas já há muito tempo não era importante).
Eu não sei o que encontraria no outro dia...; estou curioso das milhões de versões que sempre brotam de mim e como eu me defino diverso e irreconhecível de caso à caso; então tudo se resume a como eu estaria bem longe de você.
Então avancei um pouco mais no inconveniente de permanecer naquele colchão por um tempo acima de qualquer determinado.
Então eu disse “oi”.
Eu mal senti minhas cordas vocais vibrarem, e não pude ouvir a minha voz.
Nem sei se a palavra ecoou na parede, se alcançou-a.
Passando daquela linha que passamos 3 vezes; fiquei horas procurando seu olhar, que vive uma constante fuga pertinente. Eu ria sozinho algumas vezes; pelo seu futuro e de quem o amasse; e sei que ele nunca estaria perto o suficiente para consegui-lo.
Degraus de escada antigos; você ainda precisa de tormentos... espero que não se machuque muito quando for a hora (mas você precisa passar por isso).
Do que eu vivi contigo? Eu poderia içar a bandeira branca alta, jogado a toalha eras atrás.
Bater a corrida para uma terra distante, envergonhado e realizado.
Bater a corrida para a infinidade da minha mente, que acreditam ameaçar alguém.
(Pode ser a morte e a salvação..., mas a salvação é sempre uma utopia e a morte uma polêmica).
Fomos nada intensos, nada particulares, nada peculiares, nada extravagantes.
Eu poderia ditar que regredimos eras; mas pra você é algo apenas normal.
Sem bandeira branca, sem jogar a toalha, não vivemos uma batalha, não vivemos nosso bálsamo de dor, nenhum alicerce à vista; não procuramos nenhuma verdade, e não vi nenhuma energia cinética da sua mente...
O que nós vivemos?
É gostoso não definir.....
Para eu minguar solitário desta relação.
Deslizar... desaparecendo...
Eu apenas digo “oi”...
O conheci e perguntava: “Onde você vai com toda essa bagagem?”... ele agia: “Você não entenderia por que não quer realmente saber.”;
e assim continuava legitimando todo esse mapa particular de caça ao tesouro.
Então como brincadoras as bolhas que saíam da minha mente, metafóricas no ar, como universos atrevidos, o provocavam...
Conseqüente ele seguia saindo de seu esconderijo-transparente; estourando-as à significar um mini conto: “Elas não poderiam me alcançar aqui neste lugar (simplesmente pare)”.
Eu sei, vejo que sua vida tem um pilar grande e sustentável; mas quando eu deito em uma centena de pequenos pregos, eles me seguram sem me ferir. Sinto muito que quando o fez você não tenha acumulado um número suficiente.
Então retornamos a nos ver, e eu sempre digo: “oi”.
A palavra o faz sorrir, mas rebate no inconsciente e o irrita a previsibilidade.
"“Eu já passei por isso” – Quando então tu o faz meu automático passado me defende e eu ajo desviando das tuas palavras que tentam me cavar.
“Lembra quando fui cavado demais? Quando achado o tesouro foi embora. Já viu alguém na história ficar com o buraco?” – Então eu refuto-te mais uma vez, meu olhar não te segue para não lhe dar forças. É um lugar onde você não deve ir."
Eu agora sempre baixo a cabeça e me acoco psicologicamente quando você tende em 100% questionar o que é direcionado a você. Sei que meus dedos acariciantes me tornam totalmente alusivo, apologético; mas não procure neles o projeto de construção que são os mesmos pontos fracos para destruir.
Então eu disse “oi” pela segunda vez. E a palavra ecoou fraca nas paredes desta vez; eu quase não a ouvi.
A palavra já não trouxe um sorriso, ele só olhou para minha mão esperando que eu fizesse um gesto de saudação.
Não vá embora – não vá embora.
Não! Eu nunca havia misturado uma paixão com meu senso de pânico na vida; e eu nem gostaria que tivesse acontecido, pois sim, isso viria a pressionar-nos.
Então ambos perdíamos a minha figura na arrogância, petulância, na medida que éramos sobrepostos por um pedido de algo maior, esmagando a perniciosidade sexual que nos elevava.
Sentado naquele colchão ambos sabíamos que eu não queria ir embora.
Minha voz estava calma aquele dia, meus olhos estavam exaustos.
Eu estava com o estômago pulsando, volátil das inundações que sempre me enchem indevidamente (posteriormente). Ou ao que eu iria recorrer? Esquecer? Procurar amar? Procurar te procurar? procurar te provar coisas? (Não, procurar te provar coisas já há muito tempo não era importante).
Eu não sei o que encontraria no outro dia...; estou curioso das milhões de versões que sempre brotam de mim e como eu me defino diverso e irreconhecível de caso à caso; então tudo se resume a como eu estaria bem longe de você.
Então avancei um pouco mais no inconveniente de permanecer naquele colchão por um tempo acima de qualquer determinado.
Então eu disse “oi”.
Eu mal senti minhas cordas vocais vibrarem, e não pude ouvir a minha voz.
Nem sei se a palavra ecoou na parede, se alcançou-a.
Passando daquela linha que passamos 3 vezes; fiquei horas procurando seu olhar, que vive uma constante fuga pertinente. Eu ria sozinho algumas vezes; pelo seu futuro e de quem o amasse; e sei que ele nunca estaria perto o suficiente para consegui-lo.
Degraus de escada antigos; você ainda precisa de tormentos... espero que não se machuque muito quando for a hora (mas você precisa passar por isso).
Do que eu vivi contigo? Eu poderia içar a bandeira branca alta, jogado a toalha eras atrás.
Bater a corrida para uma terra distante, envergonhado e realizado.
Bater a corrida para a infinidade da minha mente, que acreditam ameaçar alguém.
(Pode ser a morte e a salvação..., mas a salvação é sempre uma utopia e a morte uma polêmica).
Fomos nada intensos, nada particulares, nada peculiares, nada extravagantes.
Eu poderia ditar que regredimos eras; mas pra você é algo apenas normal.
Sem bandeira branca, sem jogar a toalha, não vivemos uma batalha, não vivemos nosso bálsamo de dor, nenhum alicerce à vista; não procuramos nenhuma verdade, e não vi nenhuma energia cinética da sua mente...
O que nós vivemos?
É gostoso não definir.....
Para eu minguar solitário desta relação.
Deslizar... desaparecendo...
Eu apenas digo “oi”...
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