quarta-feira, 18 de agosto de 2010

I'm tired of you

Eu vi uma garota que sorria fixo ao cão acinzentado, e acariciava sua barriga com um all-star no meio da multidão puxada por cordas objetivas. (One of your impossible tasks)
Eu vi uma autista criar um vídeo sobre identidade e comunicação, like says her “Are people with autism trapped in their own world? Or are the rest of us just trapped in ours?” Como digo eu: “Makes me tired of you”
Ao que condizem os espalhafatos de suas anedotas que não a exuberante torre de babel?
Like says Alanis Morissette: “You've been misrepresented dealing with the concept of arrows being slungtowards your outrageous fortune.”Como digo eu: “Makes me tired of you”

Você pode esperar escorregar nas lágrimas de um simbolista ferrado, ansioso por aquele tobogã comovente enquanto ora para ser amado por alguém que o aguarde nas façanhas em silêncio, paciente, seguro como um prêmio no retorno.
Resguardado nas fixas potencialidades das coleções interpessoais através da vida, à rapidamente reconhecer qual troféu poderá ser mais lustrado na estante do ego.
I’m tired of you.

E esperam, e esperam, e anseiam pela vida, anseiam pelos seres complementares de suas músicas, pelos merecedores de seus dinheiros, pelos recolhedores de seus esforços, pelos seres térmicos do seu calor. Na posse, na aquisição, no sinônimo..., dentro da concha e dentro da pérola da concha, no abismo, no fundo do mar.
I’m tired of you.

As palavras típicas, giram, entornam, e engolem e encolhem em seus poemas no relicário guardado além e atrás, e distante e mais adiante do quintal menos visitado de uma casa onipresente. Ohhh este delírio exaltante, reservados a um caso. Para no outro dia ser falsetado, por uma nova rota adornada com pretextos e argumentos aleatórios.
I’m tired of you.

Buscas e conceitos, e cimentos, e remunerações, e retornos, todos empostados a ser indicativos de uma filosofia vaga, de uma mente, que primariamente em seus sentidos mágicos entorpece a realidade distorcida, como uma justificativa penitente a visar legitimar essa forma aturdida, da qual se vive momentaneamente. Então a hipocrisia se espreme confusa se deve entrar no palco ou ficar nos bastidores; por falta de desenvolvimento de conceito segue-se no mundo, neste mundo; onde se pode ejacular sociedades secretas, e posteriormente esquecer na meditação, e aguardar a próxima distração, a próxima fase, a próxima necessidade que é uma ótima vestimenta para desfilar.

Estou sonolento, o meu neurológico não quer provar mais nada, “I’m not here to amuse anymore”. E meus dedos dos pés encolhem escondidos em meus tênis, meus músculos querem espreguiçar. I get happy to somehow disapoint...

Fucking curse... I’m dizzy.
I’m really tired, really tired of you.