Os olhos fixavam a imagem de uma criada vida. A obsessão contida naquela mente, de uma excepcionalidade universal, agora idealizada nos conceitos de RPG seria uma nova realidade. A personalidade fragmentada, preenchida de milhares de livros construtores de sua identidade doentia seguia sem escolha, em um caminho que desafiaria o divino, desafiaria o conhecido, extrapolaria todos os livros, e seria real, rindo das graças de Deus, centralizando penosamente uma vida aparentemente ingênua bem selecionada. Um atual livro insano, furtando a verdade dos dédalos das possibilidades universais.
Uma sede insaciável, reta em mais um de seus projetos obrigatóriamente necessitados de um fim. Um jogo doentio entre o ego e a valorização máxima do reconhecimento de uma vida.
"Os personagens estavam vivos, suas risadas eram reais; com o acompanhamento da solidão e um quarto semiclaro aquilo ganhava seu mundo; a vida toda refletida naquele momento, fuga do que sofrera nas mãos de seu pai, oprimindo-se sistematicamente na criação de um futuro mecanismo, distorcido na realidade "externa" de desafiar os complexos conhecidos, seria o novo Deus para seu pai."
"O cotidiano era uma insatisfação mórbida, vazio sentimental nunca criado, a mente direcionada enjaulada a uma só passagem. As variáveis saltitavam em seu subconsciente psicótico; precisava-se fechas as cicatrizes de sua infância, precisava-se ser o melhor".
A criatividade invejada era impulso para criar o irreal, submundo obscuro, caótico.
Devia seguir como um livro, começo, meio e fim. Tudo dava-se jeito."
"Mutilado pela previsibilidade, pressionado por sua obsessão, impulsionado por sua inveja, próximo à manipulação de vidas, vigiando o comum submisso aos seus pés, não existia mais escolha, não existia caminho e jamais existiria outra direção... O projeto estava montado, desejável em autopersonagens em um lugar exclusivo, sua própria impenetrável e incontrariável mente, em uma projeção extremamente complexa, que regurgitaria a visão esculpindo-se pelos cálculos de todo seu poder."
"Uma jornada unida, conjunto de liberdade expressiva, seguida de aliado ansioso por vingança... Uma mente necessitada de realismo, necessidada de por na prática, tributo àquele raiva que crescera, que dilacerou seu interior, fez-se cegamente se unir ao que ele desconhecia."
****************************
"Uma infância extraída do orgulho de seus pais, repressiva, com auto-único-conhecimento de uma vida necessitada desses valores, logo em pendência de perfeição, de superioridade."
Naquela época o mundo era um rumo de aventuras, baseados nos reconhecimentos sociais, o instinto de amigos proporcionava um novo orgulho, e o desejo de uma segurança infinita. As festas; normalmente vistas pelas outras pessoas como fontes de prazeres e diversões, para ele era uma oportunidade única, uma oportunidade de extrair uma fonte de seu ego. A crença introjetada em seu interior originária de seu grupo o fazia esbanjar-se em sexo casual, sem nem saber sua localidade, sem nem saber sua verdadeira identidade. Fazia-se por pressão, fazia-se por vivência daqueles livros, daqueles personagens, daquele outro mundo, e das realidades imaginadas loucamente na mente alheia. Possibilitadas em mentiras, apresentadas dessa forma procurava-se impressiona-los, procurava-se completar o vazio que fora arrancado.
As bebidas eram conveniências obrigatórias, uma imagem que tinha sido visto nas esquinas, agora era autotitulada. As drogas experimentáveis em uma fuga do enquadramento mental das outras pessoas, tentativas de quebras de estereótipos temidos. Seu pavor da expulsão, da invisibilidade, da rejeição o fazia compulsivamente atacar os outros, queimar a própria imagem da qual ele fugia, estereotipando-os, rotulando-os, minimizando-os.
O inconsciente trabalhava obsessivamente, vivendo naquela jaula, naquele limite crente de um mundo comparativo e valorizável desse modo.
A verdade era o grupo, a verdade eram as festas para o grupo, a verdade era a valorização do grupo; não importasse as MENTIRAS, devia-se ter a verdade. Conceitos de pequena magnitude, humilhar em humor, expondo imagens e defeitos evitáveis sociais, fazendo o grupo rir, "malhar", acalmando assim o medo... desviando para o alheio o que temia um dia ser seu. Desejo de ser o centro, desejo de rebaixa-los, desejo de ascender frente a obsessividade que tinha criado, de que o universo era aquele grupo.
Não sentia-se o sexo, não sentia-se o calor, não sentia-se a vida... somente a necessidade alucinante de viver o apagador daqueles dores, os personagens odiados daqueles livros, ultrapassar as mentes, ultrapassar o mundo....
Os sentidos, as formas de percepção psicológica, as entrelinhas mentais, a inteligência, a capacidade de estudo, de aprendizado; tudo era usado para alimentar seu ego, para avançar alto em suas crenças doentes, enfermecidas pela infância.
"Em pouco tempo estaria em novos lugares, em novas visões, novas mentes base para a entrada de sua superioridade... Era uma competição infindável, nascida das entradas de uma escola interna masculina, onde se testava a capacidade, se testava o melhor... Em um orgulho frenético, que no último ano esperava a aprovação de sua própria doença, tristemente sem escolha, tristemente sem vida. Somente um vazio, aversão ao comum, aversão ao imperfeito, aversão ao incapaz."
As mulheres marcadas como objetivos, usadas como ferramentas para exibição não tinham mais valor. Atualmente o sexo era algo explícito não mais exclusivo; os garotos tagarelavam sobre as meninas que haviam transado, então se devia ser diferente... Transando, guardava-as silenciosamente, mascarado de respeito, porém essas nem existiam, e seu silêncio era somente uma nova comparação para com os outros garotos do grupo (ganhando por esses estarem contando de suas mulheres).
Às vezes acendia um cigarro, nunca fumava... Mas estava ali, como um dos personagens exposto, uma parte de sua fragmentação... Era conveniência dizia, pendurava na personalidade conceitos, meios argumentativos para sua localização universal... Então aquilo era aceito.
Um ano calmo, pois Bruno, o "suposto" centro do grupo social, foi obsessivamente relevado por ele. E este obviamente rodeado de vários amigos foi enjaulado na prisão mental, de um ser que visava tê-lo. A realidade não permitia ser Bruno, então se devia mantê-lo abaixo de seus olhos vigilantes, inveja em forma de admiração. Acalmava as dores criando novas histórias, segurando-o por perto como amigo, acorrentado na tese de sua obsessão. (seu nome era "...")
Marcos; amigo de Bruno, precoce, continha uma voz feminina, um corpo semi-andrógino, 14 anos, jogador excepcional de video-game, médium natural, infância espiritual, sensibilidade energética, instalada no inconsciente profundo... Vivia solitário, arrastando seres intrigados, que o tentavam distinguir. Ele era externo, fechado, vivia calado no grupo, nenhuma forma de valorização, nenhuma forma de reconhecimento, nenhuma busca por satisfação... Pouco valor.
Festas eram agonias, as mentes corriam em seu interior, os sentidos múltiplos sem nexo, desprovidos de tempo e espaço eram irreais, energias pesadas captadas por sua paranormalidade.
Assassinato de personalidade, instalação primordial, símbolos mentais, reflexos de dores nas entidades-arquétipos. O mundo externo introjetando seus defeitos, quando esse não tinha um minuto de paz, rodeado pelos espíritos obcessores, pelas dores alheias, pela mistura de várias realidades... Interpretando energias em psicologia, em cálculos universais... Nem um momento de paz.
Sua vida interna vista externamente era uma intriga, equivocadamente analisada pelas pessoas em referencial de seu interior, alguns diziam ser CDF, outros alguém isolado, vendo-o pela base social, ou pelas próprias bases, sem nem imaginar o que se passava em seu interior. Matinha a mística intelectual, logo transformada por "..." em um novo caminho e uma nova visão em correspondência de uma diferença mundo-paralela, um novo modo de ser diferente, de ser único, de ser exclusivo.
As conversas já antigas, entre intrigas e dúvidas de sua homossexualidade tornou-se um padrão diferente... algo exótico, algo filtrado do comum. Nada restou a não ser ir atrás, as mulheres já não tinham mais satisfação, os grupos se tornaram abundantes, projetava então um novo personagem, alguém externo, que viveria uma irreverência (se baseada na sociedade heterossexual).
*******************************
O corpo visto várias vezes no espelho, visto como terreno de índice sexual, abrangendo a porcentagem de várias mulheres, seria usado para atormentar, para alimentar um ser que nunca teve... Esse era o objetivo. Rotina buscada em valorização renovada., ia-se todo dia na casa de Marcos. Apagava-se o passado e criava-se novas mentiras. Como Marcos julgava seres primitivos, seres que usaram da casualidade da vida oportunidade banais; então esculpia-se uma nova personalidade, um novo modo de vida. "De sexo de 15 à 40 minutos para um personagem que daria atenção a Marcos durante horas..."
"Já com 15, Marcos lembrava da cena no final da festa quando tinha 14 anos, Bruno fazia aniversário, ausente, seguindo uma das mulheres de sua vida, potencializando casos, exclusivou para ela este dia. "..." bebia, entregava seu mundo particular masculino a criar segurança em Marcos; seguindo-o, olhando-o, assegurando-o, estando disposto em sua auto-imagem sexual (aquela mesma vista no espelho). Usou um neologismo, "popiar" foi a palavra pronunciada -- Vou te popiar hoje!!!. Crendo-se que Marcos com apenas 14 anos não entenderia... No final, mandou Marcos esperar, ira embora junto com ele... Na divisa da esquina parou, aproximou-se, exaltou seu peito a frente, criou um clima pressionou a representação sexual, visualmente estava tentando adquirir aquele novo mundo, aquela nova forma...
Marcos, entendendo-se de todo caso, da representação interna, psicológica, possibilitada, pegou sua bicleta e foi pra casa."
Esse blog é pessoal; despejo da minha visão, seja racional, emocional, psicodélica, sempre atualizado pelo que estou passando no momento; o importante é que minha visão é exclusivamente peculiar. Sou descritivo, reparador, desenvolvedor, depurador, elaborador. Provavelmente este blog será para projetar e encaminhar para situações, soluções, intrigas e expansões pessoais. Serve de direcionamento, atalho, organização e arquivamento (evitando assim perda).
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Orkut
Elas vagam, num mural de ilusões,
suas almas estão frias, e elas precisam se aquecer.
Então deleitadas em devaneios, seus lábios soltam o aperto de sua garganta em
amores forjados,
Que não semeiam um crescimento, são pétalas cheirosas,
mas que secam ao chão.
Suas sementes de redenção espremem-se sob o sol escaldante;
com pontas de raízes feridas nas tentativas sobre o terreno de concreto.
Suas palavras de carinhos são faíscas que tentam acender a fogueira no frio.
E elas andam perdidas, vazias, caminhando sobre otimismos mastigados, que é um tapete de brasas para seus pés de gelo.
Elas cantam durante a noite, catando as esmolas emocionais; para comprar retalhos e costurar um cobertor.
Elas repetem um ciclo de pseudo-amor cada mês, contornando corpos diferentes com seus olhos, nas imagens pregadas num álbum invertido.
Religiões, provérbios, e sabedorias escorrem de sua boca e voam com asas invisíveis pintadas, como mais uma ferramenta preenchedora instantânea de suas angústias perdidas.
Mesmo que seus pulsos sejam cortados pelas mentiras, este sangue será usado para escorrer pelo pescoço, descendo pelas pernas para aquece-los.
E seu coração palpita lágrimas quando ao dizer-te-os amor sai sem vibrar as cordas vocais, porém os surdos escutam com a imaginação, vagando no inconcreto e abraçando-se com próprios braços.
Seus dedos teclam sem impressões digitais, escrevendo dezenas de símbolos que se transformam em chama para ficar um pouco mais aquecido.
Comprometimentos é como dar corda numa caixinha de música, pra bailarina dançar.
(Tão pequeninha seguindo um compasso ritmado que vai desaparecendo...)
Voltando aos retalhos conta-se quantos pontos foram feitos em sua pele.
Eles carregam toneladas de si mesmos para entregar nas entrelinhas de suas escritas,
Carregam nas costas toneladas de si mesmos, para plantar nas toneladas de si mesmo dos outros.
E se disso nascer algo é mais uma lenha pra fogueira, das sua paixãos enfermecidas,
Pois mesmo que a fogueira aumente, a água interminável de seus pés de gelo a apagarão mais rápido.
E mesmo que bebam aceleradamente esta água, ela está fria e seus órgãos pararão.
suas almas estão frias, e elas precisam se aquecer.
Então deleitadas em devaneios, seus lábios soltam o aperto de sua garganta em
amores forjados,
Que não semeiam um crescimento, são pétalas cheirosas,
mas que secam ao chão.
Suas sementes de redenção espremem-se sob o sol escaldante;
com pontas de raízes feridas nas tentativas sobre o terreno de concreto.
Suas palavras de carinhos são faíscas que tentam acender a fogueira no frio.
E elas andam perdidas, vazias, caminhando sobre otimismos mastigados, que é um tapete de brasas para seus pés de gelo.
Elas cantam durante a noite, catando as esmolas emocionais; para comprar retalhos e costurar um cobertor.
Elas repetem um ciclo de pseudo-amor cada mês, contornando corpos diferentes com seus olhos, nas imagens pregadas num álbum invertido.
Religiões, provérbios, e sabedorias escorrem de sua boca e voam com asas invisíveis pintadas, como mais uma ferramenta preenchedora instantânea de suas angústias perdidas.
Mesmo que seus pulsos sejam cortados pelas mentiras, este sangue será usado para escorrer pelo pescoço, descendo pelas pernas para aquece-los.
E seu coração palpita lágrimas quando ao dizer-te-os amor sai sem vibrar as cordas vocais, porém os surdos escutam com a imaginação, vagando no inconcreto e abraçando-se com próprios braços.
Seus dedos teclam sem impressões digitais, escrevendo dezenas de símbolos que se transformam em chama para ficar um pouco mais aquecido.
Comprometimentos é como dar corda numa caixinha de música, pra bailarina dançar.
(Tão pequeninha seguindo um compasso ritmado que vai desaparecendo...)
Voltando aos retalhos conta-se quantos pontos foram feitos em sua pele.
Eles carregam toneladas de si mesmos para entregar nas entrelinhas de suas escritas,
Carregam nas costas toneladas de si mesmos, para plantar nas toneladas de si mesmo dos outros.
E se disso nascer algo é mais uma lenha pra fogueira, das sua paixãos enfermecidas,
Pois mesmo que a fogueira aumente, a água interminável de seus pés de gelo a apagarão mais rápido.
E mesmo que bebam aceleradamente esta água, ela está fria e seus órgãos pararão.
domingo, 11 de novembro de 2007
Néia

Meus abandonados lírios pretos.
Eu ouço risadas no momento, estou compartilhando estes sorrisos, são rostos tão familares. Não! Na verdade eles são familiares, são minha estrada, o meu histórico de vida, laços conectados, sempre unidos, nada abandonados, sempre conservados.
Sim! São meus amores, e quando todos questionam eles apenas estão abraçados em mim como resposta, fluindo nas artérias invisíveis em baixo de minha pele, circulando quente e me sustentando, seguindo passo à passo cada dia, numa rotina, mas preenchida de renovado amor, que não cansa nem desgasta.
Eu sinto cheiro de lírios brancos, os símbolos da pureza, que distanciaram uma juventude-minúscula para crescer sendo preparada e fixa. E eu sentada no meu quintal, na minha mente eles compartilham o silêncio dos lírios pretos, silêncio alto, silêncio que não cala, eu apenas o sinto, seus diálogos confusos, obscuros, linguagens indecifráveis, mas tão claras... são meus abandonados lírios pretos, tentando ser escutados. São minhas revoluções mais fugidias da vida, que foram abafadas. Natureza que me chama, mas meus lírios brancos não tem ouvidos.
Para toda forma de dor há amor pra sobrepor, mesmo que seja verdade, mesmo que arda no ínsito, mesmo que não cicatrize, eu observo a dança das flores no meu quintal, e tudo passa.
E pra toda forma de problema existe uma toca emocional, me recolhendo dentro destes valores num cálice de ouro, sem precisar ligar, pois as batalhas estão acumuladas em meus calos, que são degraus e até mesmo talvez uma escada rolante, ou melhor um elevador, que foi construído involuntariamente nos conceitos de luta.
E pra todo vulcão existe uma caverna gelada, e pra todo exército existe famílias esperando.
Meu quintal, minha família, são remunerações do meu sangue bebido no cálice de ouro, e todos são raízes que fixam meus pés, trazendo sorrisos ao exército batalhado, as risadas que ouço pra trilha já ser esquecida.
Lírios pretos calados, suas vozes que queimam dentro de mim,são meu lado obscuro,
seus gritos que queimam dentro de mim, são minhas dores abafadas,
seus choros que queimam dentro de mim, são minhas dúvidas profundas apagadas.
Pois lírios pretos que queimam, que gritam, que choram;
Neste momento, vocês não são relevados,
Pois ouço risadas; lembro sorrisos, e a leveza do meu quintal...
Com lírios brancos dançando...
Calam o direito de sua existência em mim.
Calam........................
(E eu continuo, falando e calada).
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Cadê você?

Se eu não estou enfrentando mais hoje,
é por que ainda sinto em meus cabelos,
as pontas do seus dedos,
carregadas de mentiras.
E eu estou adormecendo sob essas carícias,
eu estou confortável sob essa carícias carregadas de trajetórias,
eu ainda estou sonhando sob meu cabelo-tocado-mentiroso.
Se eu estou pronto para viver novamente,
é por que lembro do toque dos seus lábios,
é por que sinto minha boca lotada do inteiro,
o inteiro espremido na minha metade,
pois sua metade é um pêndulo que já caiu.
E eu estou beijando esses arrependimentos,
E eu estou tocando suave meus lábios sob esse espectro de sua boca,
e eu ainda estou respirando a morte do que não nasceu.
Se eu estou fechando meus olhos e selecionando novas paisagens,
é por que sinto o calor do seu corpo e cada tortura entre os milímetros de textura,
tortura por sua inexistência entre os vãos de sua pele,
tortura por em cada pêlo sentido eu não encontrei você.
E eu estou nadando nessas metáforas,
Eu estou procurando nestas sensações o seu rosto,
que habita desconhecido,
esquecido,
me fazendo lisonjeado,
por ser perseverante em buscar o que nunca existiu.
Mesmo tendo eu escutado "amor".
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Liberdade

Se eu tenho sofrido por esta multiplicidade de caráter, eu tenho estado livre,
E aberto para ser o divino ou inferno desta glória.
E estado pronto pra sorrir com dentes podres, arregaçado.
E estado correndo nu metaforicamente representativo na multidão mental.
Vestindo essa camisa-de-força do avesso, pintada com flores rosas.
E estes sapatos-de-força apertados, aderindo a minha pele.
Eu tenho estado sufocando liberdade, asfixiando espaços imensos.
E quanto mais cresce essa auto-destruição mais prédios caem,
E eu começo ver o horizonte infinito, ...uma prisão aos meus olhos?
Se suas línguas sentem o gosto da vitória eu tenho entregado toneladas de coroas,
Tenho deixado milhares de tronos enquanto alternativo sendo uma pedra com lindas asas de borboletas.
E se minha criatividade não aparece, e complemento-me de visível regressão, é por que minha lanterna não acende mais, quebrado botão.
Não estou subjugando idéias ou preparando idealismos agressivos, eu estou apenas voando;
Para fora destas paredes, paredes de qualquer visão, de qualquer ângulo.
E cadeando por fora, pra ninguém me seguir, nem eu mesmo.
E se meus antigos passos de dança literária não me satisfazem mais eu estou pronto para ser uma borboleta com lindas asas de pedra.
E no dobrar do meu corpo (ou seja da existência) eu encontre um casulo, eu ficarei deitado aqui, sentindo meu edredom surreal; novo ou furado.
E do meu estouro repentino de “nada” eu pinto várias camisas de força, enquanto gozo.
Eu tenho estado pronto pra morrer a todo instante,
Tenho estado pronto para estar vivo a todo instante,
E nenhuma das duas ocorrências,
Você está escutando sirenes lá fora?
Estando numa ilha perdida, eu perdi meses rindo construindo uma jangada de chumbo;
Eu o convidei para entrar, e rindo, ahh ,e rindo...
Você chorando, e chorando hauhauahhauuha.
Foi nesta surpreendente dor que quando você adormeceu na caverna minha jangada levantou vôo,
E até hoje você coloca flores na beira da praia;
Em meu túmulo............................Ou seu?
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Aos 17 anos. Racionalidade assídua.
Não é irônico e recorrente o modo que as pessoas agem em seus mundos de indiretas formadoras de seus atos mais espelhados em racionalidade subversiva da qual estão sempre criando para comunicar-se aos outros????
Não lhe parece que as palavras são usadas para que de um modo se apresente um reconhecimento alheio e uma visão superior do mesmo que a iniciou?
Não se torna triste quando a falta de visão lhe impõe um mundo recessivo... onde as coisas são montadas e tua vida se torna algo incalculável por sua mentalidade estar um nível maior do que a sua própria natureza?
Poderia achar que isso aqui é uma falta de nexo ou que rapidamente achar que alguém está tentando aparecer sem tentar indicar o mesmo a si?
Seria capaz de ler matematicamente o próprio inconsciente profundo a ponto de propagar uma inteligência generalizada exclusiva?
Quando se procura atingir as metas econômicas e comunicativas não se está tentando preencher o lado oposto daquele imaginado que nunca existiu? E se consegue uma gratificação e reconhecimento, não se fica preso a uma personalidade fragmentada com falta-análise sob estas circunstâncias??? E como funciona a base da origem, do ínicio da stuas raízes que irão resultar no resultado obtido por ti aqui?
Onde tu achaste a indução da vontade espontânea que surgiu em suas horas de vida??
Não seria somente uma negligência sentir uma pequena raiva ou então uma revolta esclarecida já formada de tantos anos de experiências automáticas para usa-la com os outros??? (Segundo que tu sabe o quanto inteligente a mais tu é, e o quanto inatingível é quando não consegue calcular!).
Então por que ainda expõe seus métodos superiores para pintar e ser triunfante sobre um cego que nem a tela branca pode ver?
Não lhe parece que as palavras são usadas para que de um modo se apresente um reconhecimento alheio e uma visão superior do mesmo que a iniciou?
Não se torna triste quando a falta de visão lhe impõe um mundo recessivo... onde as coisas são montadas e tua vida se torna algo incalculável por sua mentalidade estar um nível maior do que a sua própria natureza?
Poderia achar que isso aqui é uma falta de nexo ou que rapidamente achar que alguém está tentando aparecer sem tentar indicar o mesmo a si?
Seria capaz de ler matematicamente o próprio inconsciente profundo a ponto de propagar uma inteligência generalizada exclusiva?
Quando se procura atingir as metas econômicas e comunicativas não se está tentando preencher o lado oposto daquele imaginado que nunca existiu? E se consegue uma gratificação e reconhecimento, não se fica preso a uma personalidade fragmentada com falta-análise sob estas circunstâncias??? E como funciona a base da origem, do ínicio da stuas raízes que irão resultar no resultado obtido por ti aqui?
Onde tu achaste a indução da vontade espontânea que surgiu em suas horas de vida??
Não seria somente uma negligência sentir uma pequena raiva ou então uma revolta esclarecida já formada de tantos anos de experiências automáticas para usa-la com os outros??? (Segundo que tu sabe o quanto inteligente a mais tu é, e o quanto inatingível é quando não consegue calcular!).
Então por que ainda expõe seus métodos superiores para pintar e ser triunfante sobre um cego que nem a tela branca pode ver?
Solidão
A verdadeira solidão é quando encontra no final de sua coragem a lástima do vazio retornado,
quando é incômodo sentir dedos entre seus dedos, e texturas são invasoras
quando você se torna um pêndulo de atração que busca a comodidade ensinada,
quando não existe mais centro pessoal, existe seus conceitos englobados, idealismos tragados,
perdidos num caminho de palavras que crescem como raízes distorcidas pra cima, sem função...
Raízes tentando agarrar algo, apalpando lentamente, dia após dia, com sua firmeza,
mas isso lhe matando.
A verdadeira solidão é ter composto uma linda música, orquestra, sendo surdo.
É ter passado horas pintando um quadro e a tela nunca deixar de ser branca,
É sorrir repetidamente para o teto e odiá-lo,
É todo dia carregar nas costas 2 baldes furados, cheios de água para encher um rio.
E isso ter o sabor da determinação, o sabor da tentativa, a auto-homenagem da perseverança,
mas ver a morte da plantação.
A verdadeira solidão não é estar em silêncio, quieto, sem vibração,
a verdadeira solidão é a partir da mudança no seu conceito, perder seus pés fixos,
e jogar-se no comunismo de socialização, beber uma bebida na medida que nisso regurgita sua alma, se perdendo lentamente no meio dos sons alucinantes, entorpecendo-se de falsetes enquanto sua alma asfixia e tenta nadar pra cima deste mar de obscuridade.
Quando os flertes são frequentes distrações idólatras ao biológico cegamente confortado.
Ser devoto dos limites de alegria, diversão, das euforias, do sexo como pilares de pseudo-verdade ou necessidade.
É um desespero habitual que te toma e quando abre os olhos está vestindo a roupa da repetição alheia, trajes contínuos que se conectam invisivelmente, todos se alimentando do que é essa solidão empostada na virtude,
na virtude de "compartilhar em silêncio" as dores confusas, em fuga, penitentes, do que é,
do que é a solidão comunicativa,
em sua festa, em sua alegria, em sua saída, e em sua busca,
enquanto sua alma adormece nas lágrimas do travesseiro de seu quarto,
sem nunca verdadeiramente ter saído de lá.
quando é incômodo sentir dedos entre seus dedos, e texturas são invasoras
quando você se torna um pêndulo de atração que busca a comodidade ensinada,
quando não existe mais centro pessoal, existe seus conceitos englobados, idealismos tragados,
perdidos num caminho de palavras que crescem como raízes distorcidas pra cima, sem função...
Raízes tentando agarrar algo, apalpando lentamente, dia após dia, com sua firmeza,
mas isso lhe matando.
A verdadeira solidão é ter composto uma linda música, orquestra, sendo surdo.
É ter passado horas pintando um quadro e a tela nunca deixar de ser branca,
É sorrir repetidamente para o teto e odiá-lo,
É todo dia carregar nas costas 2 baldes furados, cheios de água para encher um rio.
E isso ter o sabor da determinação, o sabor da tentativa, a auto-homenagem da perseverança,
mas ver a morte da plantação.
A verdadeira solidão não é estar em silêncio, quieto, sem vibração,
a verdadeira solidão é a partir da mudança no seu conceito, perder seus pés fixos,
e jogar-se no comunismo de socialização, beber uma bebida na medida que nisso regurgita sua alma, se perdendo lentamente no meio dos sons alucinantes, entorpecendo-se de falsetes enquanto sua alma asfixia e tenta nadar pra cima deste mar de obscuridade.
Quando os flertes são frequentes distrações idólatras ao biológico cegamente confortado.
Ser devoto dos limites de alegria, diversão, das euforias, do sexo como pilares de pseudo-verdade ou necessidade.
É um desespero habitual que te toma e quando abre os olhos está vestindo a roupa da repetição alheia, trajes contínuos que se conectam invisivelmente, todos se alimentando do que é essa solidão empostada na virtude,
na virtude de "compartilhar em silêncio" as dores confusas, em fuga, penitentes, do que é,
do que é a solidão comunicativa,
em sua festa, em sua alegria, em sua saída, e em sua busca,
enquanto sua alma adormece nas lágrimas do travesseiro de seu quarto,
sem nunca verdadeiramente ter saído de lá.
Hakoniwa - Jardim de Miniatura
By Amano Tsukiko
Jardim de Miniatura
Coisas que queremos apenas viram lixo quando conseguimos segurá-las,
Elas ficam esquecidas e acabam no entulho.
Quantos mais planos você faz para quando você tiver coletado todas as coisas que você quer; e arranja-las, mais difícil é para se livrar da ansiedade.
Você até sorri para meu desleixo repetitivo.
A respostas que eu venho procurando está em nenhum lugar para ser avistada agora.
*Minta para mim, continue me enganando.
Com aquelas pontas dos dedos acariciando meu cabelo.
Mesmo se eu tiver que romper com você.
Eu agora posso dizer fortemente que eu não me importo.
Eu irei retirar meu véu, minha forma de quando eu havia apenas nascido;
Era apenas pequena e desamparada;
Mas eu quero ser tocada pelas superfícies curvadas de todos os "eus" que eu vejo com você.
E jogar fora o passado que eu criei.
Eu até sorri para as pegadas que eu deixei enquanto eu apressava através da vida.
A resposta que eu estou procurando está em nenhum lugar para ser avistada agora.
Faça-me sentir algo por toda a eternidade,
Ponha minha bochecha na sua e respire em sincronismo comigo,
Mesmo se eu tiver que romper com você,
Eu agora posso dizer fortemente que eu não me importo.
*Repete
Encaixados juntos, encaixados juntos, sacudindo num berço
Eu e você sacudidos por eu e você
Perdoe-me, perdoe-me, mate-me, segure-me gentilmente
Encaixados juntos, encaixados juntos, sacudindo num berço
Eu e você sacudidos por eu e você
Perdoe-me, perdoe-me, mate-me, segure-me gentilmente
Vamos abrir a porta e sair, deixando tudo que tinhamos pego para trás
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
A minha primeira descrição, perfil antigo.
*Escrito faz tempo. Aos 17 anos.
Uma vida de sobrenaturalidade tira o raciocínio lógico.(Nossa natureza é solitária)
E os mórbidos, não sabem o que é dor, até senti-la no lado espiritual. Que na crença deles é um estereótipo divino, mas na verdade traz a dor de qual eles nunca sentiram.
Não me perco em inflexibilidade psicológica de nenhum gênero.
Sou paranormal, vivendo no inconsciente e na natureza originária das pessoas... Muitas vezes chocando-se equivocadamente com minha primitividade, muitas vezes entrando em negação com tal poder caótico. Sentindo a dor alheia e elevando para crises capazes de acabar com a mente de qualquer um.
No entanto, vou vivendo....
Solitário...
>>>>>>>>>>>>>>
18 anos a partir.
"A personagem vem buscar os caminhos mais desventurados do mundo, como forma de projeto necessitado de um fim ela lateja no inconsciente a espera da entrada mais perfeita da mente alheia, para o matrimônio possessivo politicado como fonte emocional de um mundo obscuro demoníaco."
"A personagem, ela veio frequentemente buscar minha alma, eu não posso realmente assegurar que ela é mais esperta que eu usufruída dos métodos esquecidos humanos ludibriados pelo sistema capitalista de fragilização na personificação esperta ligeira comércio-afetiva e transbordando no modo corriqueiro cotidiano."
****************
Hipocrisia da fuga fez a "nova" mente a acreditar "liberdade"
Você pede para mim ser o estereótipo do seu desejo, mas pede para que eu não exceda algo que iria oprimir sua realidade.
Eu simplesmente não posso entender.
Uma vida de sobrenaturalidade tira o raciocínio lógico.(Nossa natureza é solitária)
E os mórbidos, não sabem o que é dor, até senti-la no lado espiritual. Que na crença deles é um estereótipo divino, mas na verdade traz a dor de qual eles nunca sentiram.
Não me perco em inflexibilidade psicológica de nenhum gênero.
Sou paranormal, vivendo no inconsciente e na natureza originária das pessoas... Muitas vezes chocando-se equivocadamente com minha primitividade, muitas vezes entrando em negação com tal poder caótico. Sentindo a dor alheia e elevando para crises capazes de acabar com a mente de qualquer um.
No entanto, vou vivendo....
Solitário...
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18 anos a partir.
"A personagem vem buscar os caminhos mais desventurados do mundo, como forma de projeto necessitado de um fim ela lateja no inconsciente a espera da entrada mais perfeita da mente alheia, para o matrimônio possessivo politicado como fonte emocional de um mundo obscuro demoníaco."
"A personagem, ela veio frequentemente buscar minha alma, eu não posso realmente assegurar que ela é mais esperta que eu usufruída dos métodos esquecidos humanos ludibriados pelo sistema capitalista de fragilização na personificação esperta ligeira comércio-afetiva e transbordando no modo corriqueiro cotidiano."
****************
Hipocrisia da fuga fez a "nova" mente a acreditar "liberdade"
Você pede para mim ser o estereótipo do seu desejo, mas pede para que eu não exceda algo que iria oprimir sua realidade.
Eu simplesmente não posso entender.
Descrição do meu perfil
Sou um ser transitório, indefinível, variável X.
"Mutável"; ao ponto deste ser o único estereótipo possível.Caminhei em percepções incríveis, estradas tortuosas de sanidade; na racionalidade assídua, no sentimentalismo excruciante.
De fases de ler mentes com precisão absurda; fui perdendo estas capacidades extra-sensoriais e me tornando mais ríspido e fechado.
Antes aberto em sensibilidades que excederam a capacidade humana; mas barrado pelas superficialidades, que sugaram minhas forças, me conturbaram e assim me retraíram.
Esperando aqueles que querem ser testemunhas de realidades imensuráveis; grandes mentes que não se fecham em uma linha única de realidade e exploram todos os campos intensamente.
Tenho a escrita e visão diversa dos Deuses, as sensações físicas do Diabo... Pesquiso cada área na sua mais forte e pura essência direcionável. Seja primitivo, seja divinado.
Sou um ser simples, humilde, divertido, infantil... mas também o paradoxo arrogante, complexo, maduro, sensual...
Sou um universo involuntário em pessoa... e até hoje me provei ser inalcançável, mas também totalmente derrotado, e atrasado.
Sou um elo entre as realidades fechadas e paralelas que tomam as formas mais diversas... conhecendo a mente eu tomei o mundo.
Eu apenas sou mais um ser... Saí de uma fôrma peculiar, mesmo assim mais um ser:
Melancolicamente abandonado; cheio de falhas... uma distorcida identidade solitária que guarda em seu interior segredos subjetivos de uma humanidade; cansado e totalmente exausto para em meu sorriso expressar esse "conhecimento".
Caminho acima de uma membrana superficial, exalo fadiga existencial.
Sou fabricado por sensações sinestésicas, pensamentos pré-mágicos... e devoro o mundo em picados e exóticos formatos.
Este sou eu.
Chou (Borboleta)
By Amano Tsukiko
No fundo do subterrâneo, eu continuava cavando um buraco
Sem saber aonde iria levar.
Com um ocular coberto de sujeira em uma mão,
Eu procuro pelo seu braço.
Desenhando juntas uma felicidade de colcha de retalhos, e costurando-a
Eu fui esmagada pela sua força.
Queimando, queimando,
As cicatrizes inapagáveis deixadas pelas palmas das suas mãos.
Abro uma fenda nas nuvens crepúsculas com minhas asas rasgadas,
Veja, eu posso flutuar melhor do que você pensava.
A eternidade com a qual sonhei enquanto confinada no meu casulo
Aonde levará a semente a florescer?
A manhã eventualmente virá trazer as trevas de volta para casa.
Apalpando para você pela luz da lua, sobrepondo e emaranhando com você,
Eu acredito que eu poderia me tornar seu verdadeiro esconderijo.
Queimado, queimado,
O lugar da nossa promessa que nunca irá retornar.
Corra através da terra mancha de preto com uma agonia rasgada
Veja, eu posso flutuar melhor do que você pensava.
Se você não pode me ouvir, mesmo que eu grite
Eu quero que você me destrua com as suas próprias mãos
Enquanto você ainda puder me segurar, querida.
Seus braços que me seguram
Se transformam em uma gentil poeira
Eu apenas olho para o céu, silenciosamente
Queimando, queimando,
As cicatrizes inapagáveis deixadas pelas palmas das suas mãos.
Abro uma fenda nas nuvens crepúsculas com minhas asas rasgadas
Queimado, queimado,
O lugar da nossa promessa que nunca irá retornar.
Veja, eu posso flutuar melhor do que você pensava.
Não só a melhor letra, mas como pra mim uma das escritas mais magníficas na existência.

Primeira fila (Front Row - By Alanis Morissette)
Não sou de postar coisas externas, mas isso aqui é um caso a parte, talvez o único que será.
Você vai para a masmorra para descobrir como produzir paz com os dias que esteve na masmorra? Escrever uma carta para você não me fez sentir mais em paz do que eu sentia quando não estávamos nos falando, por que eu não policiei o que fiz.
Não posso te amar por que supostamente deveríamos ter barreiras profissionais.
Eu gostaria que você ficasse perito e vislumbrado como se fosse beijado por Deus em cheio nos lábios.
Estou na primeira fila, na primeira fila comendo pipoca, preciso te ver, te ver de mais perto.
(Estou muito cansada pra recontar as infelicidades uma por uma, no minuto eu quero banir você. Na próxima eu quero estar numa ilha deserta com você e meus 3 CDs favoritos, ainda ambivalente em sua cama. Temos que tomar conhecimento ainda do que realmente aconteceu.)
Deslizando pelo túnel de fuga, tenho essa "inundante" perda desta ambição.
Nós dissemos, “vamos nomear 30 boas razões do por que não deveríamos ficar juntos”, Eu comecei a dizer coisas como: “Você fuma”, “Você mora em New Jersey”
E você começou a dizer coisas como: “Você pertence ao mundo”; todas das quais poderiam ter sido facilmente refutadas, mas a conversa era hipotética.
Eu estou totalmente sem fôlego por você, por que você não pode apenas desligar suas “coisas”?
Estou na primeira fila, na primeira fila comendo pipoca, preciso te ver, te ver de mais perto.
(E eu ri até meus pulmões doerem. Eu adoro o jeito que você corta meus ataques. Não é sempre que você sente-se visto, algumas vezes você sente-se descartável; infelizmente eu não posso retribuir no meu estado atual. Eu acho que deveríamos tomar cuidado com quanto tempo passamos juntos.)
Neste meio tempo enquanto estou falando você sabe o quanto odeia ser interrompido.
Talvez gastar um tempo sozinho preencha sua taça proverbial*¹, então assim isso não terá que ser sempre sobre você.
Estive querendo sua atenção exclusiva, gosto do fato de você não ser nada parecido comigo.
Você não está sobrecarregado pelo desleixo de perspectiva que as pessoas têm de sua encantada vida (não te parece?)?
Estou na primeira fila, na primeira fila comendo pipoca, preciso te ver, te ver de mais perto.
(Você nunca pretendeu ser ingrato, nem firme para agüentar ser chicoteado, ou lamentando-se; para certamente não ter mais cutucões analíticos além de um só. Aparentemente você foi equivocadamente-representado negociando com o conceitos de flechas sendo atiradas em direção a sua ultrajante fortuna.)
Ei, não estou bravo com você guardião, estou brava comigo mesma por gastar tanto tempo com você e seu complexo de “O médico e o monstro”*².
Estou feliz por que figurativamente eu te dei um tapa no pulso*³.
Você riu, uma risada perversa e disse “Venha aqui, deixe-me cortar suas asas”
(Eu sei que ele é de sangue, mas você pode manda-lo embora, você não lhe deve nada.)
“Quebre o barraco!” ele berrou.
“Sim, quebre o barraco!” eu berrei de volta.
(Infelizmente você precisou de um susto na sua saúde para repriorizar)
Não, sem agradecimentos à caixa de sabão**¹.
Tendo-me rebelado contra eles não acrescentaria uma pitada de diferença.
(Ahh, as coisas que fiz por você, uma situação, um amigo, um homem foi deixado por você. Ahh, os livros eu os li por você, as línguas eu as mordi por você muito, uma nova cidade por você, muitos riscos tomados por você. (Nem mesmo um único arrependimento))
*¹ Taça proverbial = Taça que simboliza a dicotomia entre os otimistas e pessimistas, por representar a metade vazia ou metade cheia da perspectiva psicológica de quem olha.
*² Médico e o monstro = Livro/Filme que retrata os distúrbios de personalidade de um dos personagens, denotando suas máscaras psíquicas.
*³ Tapa no pulso = Pequena repreensão, equivalente no português a um leve e representativo puxão de orelha.
**¹ Caixa de sabão = Palanque onde políticos ou àquele que fala tem total atenção do público, ganhando poder e status superestimados verbalmente, durante este momento.
Alguns depoimentos que recebi no orkut ao longo do tempo.
Julio:
Ele é descompensação hiperdenotizada que descondiciona os julgamentos
e também te ama, te odeia, o que hiperemocionaliza a sua complexidade
e te desafia e te balança e a xzcsdjhisviodade leva o céu a soprar a
genotipidade estrangeira da vida e de personagem subprogramatizados
conjecturalmente tgfdjhgjffbl 2f1h2f12d5nnvsm inviting the all
accepted and embraced and called-for chaos jurumentinizadamente nas
praias de Marte...entendeu???
Provavelmente você vai entender ele tanto quanto você entendeu essa
parte aí em cima hehe...mas acho que no fim, tudo nele faz perfeito
sentido. Pra dizer numa linguagem conhecida e mais simples... ele é um
grande cara ;-)
Cissa:
Sou por ele envolvida e por ele abraçada, impotente dele me
desprender, impotente para além dele penetrar, vivi no seu âmago e não
o conheço, insenssatamente ele fala comigo, sem trair porém seu
segredo, sempre pensou e sempre pensa, pensa todavia como homem, como
algo indecifrável, ele não se ama, e seu enúmeros olhos e afeto, ele
não se fixa em nenhum ser, e assim mesmo se dividiu para que pudesse,
assim ser, o seu próprio definhamento. Ele gera uma suscessão
infindável de novas barreiras e a racionalidade extrema, novas
habilidades para a interrupção do prazer e para que possa encontrar
alívio na sua insaciável tristeza...O espetáculo do seu sorriso é
semi-novo porém curto. A ingratidão é a sua primorosa "virtude", e se
torna a morte de sua idéia mais engenhosa e se torna o fim de tudo que
não começou...
Janine:
Complicado e perfeitinho vc me apareceu...
Sua inteligência as vezes me assusta, a sua sensibilidade as vezes me
assusta, mas também é oque me atraí, é oque me irrita e oque me
destraí.
Não sei explicar, nem sei o porque me sinto tão próxima de você, um
amigo a distância que a cada dia se torna mais próximo que muitos que
estão aqui ao meu lado.
Tem medo de laços afetivos reais, mas o destino e eu estamos tentando,
mesmo porque eu não afeto o seu lado sexual, mas espero afetar o seu
lado espiritual e sentimental, pois ele já faz parte da minha vida.
Não concordo com tudo que pensa e faz, mas respeito...Superamos a
primeira briga que tivemos, e a nossa amizade acho que fortaleceu,
quero agradecer pela paciência, viu...Ando meio sem palavras, mas
tinha que vir te agradecer.
te adoro
bjão
Thiago1:
Guri tão estranho quanto o vazio que a ausência dele deixa...
Não irei ser longo...
Mas se faz necessário expor a estranheza e interrupta falta que vc faz!
Thiago2:
Transmuta-se o sentido...
Sentimento...
Do amor ao ódio...
Da guerra a paz...
Das construções bélicas de nossa amizade...
O tempo que passa... gulosamente devorado!
Helirio 1:
seu maluco, doido varrido, desmiolado, projeto morbido mal feito,
dispaço de macumba, rascunho do capeta, junção de cruz-credo com
deus-me-livre, forma de faze capeta, bixa boy recalcada, bixinha plock
plock pao com ovo, marreco disgraçado, infeliz de satanas, cancerosa,
leprosa e filha da puta, esquisofrenico, maniaco depressivo,
compulsivo, obcessivo, depredação da moralidade sircunstancial, sua
mente maquialélica eh um estupro cultural a moral de pessoas que nem
que fizeram nada e voce os converteu e trantornou-os em pensamentos
morfológicos e de crize existencial dexando-os depresionados e
despreparados para um futuro ideal.......................
nada a ver neh!!!!!!!!!!!!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
conheço essa praguinha pessoalmente
Helirio 2:
bornes son pauvre !!!!! je suis ici pour de lui désirer une pessimo
jour, une semaine horrible et une année poir encore... que sa
mentalité diabolique perde dans son inhospitalière tête.... et que
toute celui-là son habilité de decontrôler les personnes libère
contre elle propre !!!!!!!!!!! ocê qui s'amuse avec la catastrophe
étrangère, adore quand quelqu'un si fode, tout jour sacaneia
quelqu'un, préfère perdre l'ami dont perdre la plaisanterie, ne
pardonne pas ni sa mère, avec certitude celle-ci est la communauté.
para os leigos sem cultura:
marcos seu pobre!!!!!
estou aqui para lhe desejar um pessimo dia, uma semana horrivel e um
ano poir ainda...
que sua mentalidade diabolica sucumba na sua inóspita cabeça.... e que
toda essa sua habilidade de controlar as pessoas solte contra si
proprio!!!!!!!!!!!
ocê que se diverte com a desgraça alheia, com certeza esta é a comunidade.
Ricardo:
Olha cara, na verdade nem sei se deveria tah te escrevendo
este depoimento, mas tudo bem, vamo lah
Seguinte, vi um post teu na minha comunidade de Evangelion e dae vi
tua foto, teus olhos me chamaram muito a atençao (nao, nao to te
cantando), pq eu achei estranho, tu nao tem um olhar penetrante, teu
olhar eh cortante, loucura falar, eu sei, mas foi como se tivesse uma
espada apontada, chamando pra um desafio(a sensaçao q deu)
Confesso q eu detesto poesia e flogs e etc. nao tenho muito saco,
geralmente sao vazios, mas resolvi dar uma ohada no teu; bah,
assombroso cara, eh tu mesmo q escreve tudo aquilo? Vi muito de mim
ali, era como se tu me conhecesse e tivesse escrito as coisas q meu
coraçao nao consegue traduzir em palavras, um retrato da minha alma,
pra falar a verdade.
Senti q tu eh diferente, dum jeito q eu nao sei explicar, tu parece
ser profundo mesmo, do jeito q as pessoas detestam e odeiam, pq tu
consegue ir a lugares onde elas nao alcançam, tu tem a coragem de
olhar pra aquilo q elas tem medo de ver, tua visao eh precisa e
dissipa a nevoa rosa com a qual as pessoas se protegem e elas nao tem
como se esconder de ti
Mas tb eu sinto q tua dor eh grande, o vazio do teu peito ´parece ser
maior do q o da maioria das pessoas, me passa a sensaçao de q eh muito
dificil tu preencher ele com algo q realmente te satisfaça, q vah te
suprir de tudo q tu precisa, sempre falta um pedaço e teu
quebra-cabeça sempre tem uma peça faltando
Cara, mil perdoes pelos mega scraps, mas eu precisava escrever
aquilo, com certeza tu nao pertence ao gado, e eh bem dificil achar
algeum como tu
Sei q posso ter escirto um monte de merda e de nao ter nada a ver com
nada, mas foi a sensaçao q eu senti em relaçao a ti, por um instante
acreditei q fomos esculpidos do mesmo marmore, e mesmo tendo muitos
amigos mesmo, depois de ver o teu perfil, pela primeira vez na vida eu
nao me senti soh.
Talvez este seja meu unico contato contigo, mas soh de saber q tu
existe eu me sinto melhor, e por mais q eu saiba q nao deveria te
dizer isto, confesso, a tua dor me consola, teu sofrimento me traz
alivio
Desculpa de novo pelos scraps, se quiser, deleta tudo, nem rpecisa me
responder nada, eu soh queria falar isto tudo mesmo
Ele é descompensação hiperdenotizada que descondiciona os julgamentos
e também te ama, te odeia, o que hiperemocionaliza a sua complexidade
e te desafia e te balança e a xzcsdjhisviodade leva o céu a soprar a
genotipidade estrangeira da vida e de personagem subprogramatizados
conjecturalmente tgfdjhgjffbl 2f1h2f12d5nnvsm inviting the all
accepted and embraced and called-for chaos jurumentinizadamente nas
praias de Marte...entendeu???
Provavelmente você vai entender ele tanto quanto você entendeu essa
parte aí em cima hehe...mas acho que no fim, tudo nele faz perfeito
sentido. Pra dizer numa linguagem conhecida e mais simples... ele é um
grande cara ;-)
Cissa:
Sou por ele envolvida e por ele abraçada, impotente dele me
desprender, impotente para além dele penetrar, vivi no seu âmago e não
o conheço, insenssatamente ele fala comigo, sem trair porém seu
segredo, sempre pensou e sempre pensa, pensa todavia como homem, como
algo indecifrável, ele não se ama, e seu enúmeros olhos e afeto, ele
não se fixa em nenhum ser, e assim mesmo se dividiu para que pudesse,
assim ser, o seu próprio definhamento. Ele gera uma suscessão
infindável de novas barreiras e a racionalidade extrema, novas
habilidades para a interrupção do prazer e para que possa encontrar
alívio na sua insaciável tristeza...O espetáculo do seu sorriso é
semi-novo porém curto. A ingratidão é a sua primorosa "virtude", e se
torna a morte de sua idéia mais engenhosa e se torna o fim de tudo que
não começou...
Janine:
Complicado e perfeitinho vc me apareceu...
Sua inteligência as vezes me assusta, a sua sensibilidade as vezes me
assusta, mas também é oque me atraí, é oque me irrita e oque me
destraí.
Não sei explicar, nem sei o porque me sinto tão próxima de você, um
amigo a distância que a cada dia se torna mais próximo que muitos que
estão aqui ao meu lado.
Tem medo de laços afetivos reais, mas o destino e eu estamos tentando,
mesmo porque eu não afeto o seu lado sexual, mas espero afetar o seu
lado espiritual e sentimental, pois ele já faz parte da minha vida.
Não concordo com tudo que pensa e faz, mas respeito...Superamos a
primeira briga que tivemos, e a nossa amizade acho que fortaleceu,
quero agradecer pela paciência, viu...Ando meio sem palavras, mas
tinha que vir te agradecer.
te adoro
bjão
Thiago1:
Guri tão estranho quanto o vazio que a ausência dele deixa...
Não irei ser longo...
Mas se faz necessário expor a estranheza e interrupta falta que vc faz!
Thiago2:
Transmuta-se o sentido...
Sentimento...
Do amor ao ódio...
Da guerra a paz...
Das construções bélicas de nossa amizade...
O tempo que passa... gulosamente devorado!
Helirio 1:
seu maluco, doido varrido, desmiolado, projeto morbido mal feito,
dispaço de macumba, rascunho do capeta, junção de cruz-credo com
deus-me-livre, forma de faze capeta, bixa boy recalcada, bixinha plock
plock pao com ovo, marreco disgraçado, infeliz de satanas, cancerosa,
leprosa e filha da puta, esquisofrenico, maniaco depressivo,
compulsivo, obcessivo, depredação da moralidade sircunstancial, sua
mente maquialélica eh um estupro cultural a moral de pessoas que nem
que fizeram nada e voce os converteu e trantornou-os em pensamentos
morfológicos e de crize existencial dexando-os depresionados e
despreparados para um futuro ideal.......................
nada a ver neh!!!!!!!!!!!!!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
conheço essa praguinha pessoalmente
Helirio 2:
bornes son pauvre !!!!! je suis ici pour de lui désirer une pessimo
jour, une semaine horrible et une année poir encore... que sa
mentalité diabolique perde dans son inhospitalière tête.... et que
toute celui-là son habilité de decontrôler les personnes libère
contre elle propre !!!!!!!!!!! ocê qui s'amuse avec la catastrophe
étrangère, adore quand quelqu'un si fode, tout jour sacaneia
quelqu'un, préfère perdre l'ami dont perdre la plaisanterie, ne
pardonne pas ni sa mère, avec certitude celle-ci est la communauté.
para os leigos sem cultura:
marcos seu pobre!!!!!
estou aqui para lhe desejar um pessimo dia, uma semana horrivel e um
ano poir ainda...
que sua mentalidade diabolica sucumba na sua inóspita cabeça.... e que
toda essa sua habilidade de controlar as pessoas solte contra si
proprio!!!!!!!!!!!
ocê que se diverte com a desgraça alheia, com certeza esta é a comunidade.
Ricardo:
Olha cara, na verdade nem sei se deveria tah te escrevendo
este depoimento, mas tudo bem, vamo lah
Seguinte, vi um post teu na minha comunidade de Evangelion e dae vi
tua foto, teus olhos me chamaram muito a atençao (nao, nao to te
cantando), pq eu achei estranho, tu nao tem um olhar penetrante, teu
olhar eh cortante, loucura falar, eu sei, mas foi como se tivesse uma
espada apontada, chamando pra um desafio(a sensaçao q deu)
Confesso q eu detesto poesia e flogs e etc. nao tenho muito saco,
geralmente sao vazios, mas resolvi dar uma ohada no teu; bah,
assombroso cara, eh tu mesmo q escreve tudo aquilo? Vi muito de mim
ali, era como se tu me conhecesse e tivesse escrito as coisas q meu
coraçao nao consegue traduzir em palavras, um retrato da minha alma,
pra falar a verdade.
Senti q tu eh diferente, dum jeito q eu nao sei explicar, tu parece
ser profundo mesmo, do jeito q as pessoas detestam e odeiam, pq tu
consegue ir a lugares onde elas nao alcançam, tu tem a coragem de
olhar pra aquilo q elas tem medo de ver, tua visao eh precisa e
dissipa a nevoa rosa com a qual as pessoas se protegem e elas nao tem
como se esconder de ti
Mas tb eu sinto q tua dor eh grande, o vazio do teu peito ´parece ser
maior do q o da maioria das pessoas, me passa a sensaçao de q eh muito
dificil tu preencher ele com algo q realmente te satisfaça, q vah te
suprir de tudo q tu precisa, sempre falta um pedaço e teu
quebra-cabeça sempre tem uma peça faltando
Cara, mil perdoes pelos mega scraps, mas eu precisava escrever
aquilo, com certeza tu nao pertence ao gado, e eh bem dificil achar
algeum como tu
Sei q posso ter escirto um monte de merda e de nao ter nada a ver com
nada, mas foi a sensaçao q eu senti em relaçao a ti, por um instante
acreditei q fomos esculpidos do mesmo marmore, e mesmo tendo muitos
amigos mesmo, depois de ver o teu perfil, pela primeira vez na vida eu
nao me senti soh.
Talvez este seja meu unico contato contigo, mas soh de saber q tu
existe eu me sinto melhor, e por mais q eu saiba q nao deveria te
dizer isto, confesso, a tua dor me consola, teu sofrimento me traz
alivio
Desculpa de novo pelos scraps, se quiser, deleta tudo, nem rpecisa me
responder nada, eu soh queria falar isto tudo mesmo
Segredos

Meus olhos esbugalhados, sorridentes, sou uma criança carente, sou um placebo de realidade.
Me fixo na memória, minha infância, refúgio do atual transtorno, minha foto antiga.
Sou adulto, suposta liberdade que vem da prisão, sou criança, sou olhos esbugalhados.
Sou adorno de um histórico afogado, sou racionalidade esquisita, cansada.
Resultado fulo de paixões quebradas, desesperos manipuláveis.
Sou um restrito canalizado, ambíguo, "paradoxo?"; cansado infantil, desgastado infantil.
Cansado-infantil, penitente-infantil, castigado-infantil, assassinado-infantil, não-amado infantil.
Tempo-corroído-infantil, esquecido-infantil, apagado-infantil, recomeçado, mas infantil.
Histórico saltitante; maturidade extrema, mas tudo é infantil.
Sou adorno adulto, adorno adulto, e inveja adulta, do meu infantil.
Desgastado, odiado, mutilado, exaustivo, transtornado, enervante infantil, desgraçado infantil, maldito infantil.
Mas ainda procurado... ex-auto-amado olhos esbugalhados infantis.
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