Figuras de “eu” lentamente viram resquícios na textura de sua pele,
Micro-pedaços escorrem através de suas digitais e retornam com seu gosto pregado.
Preenchido de uma insanidade não-destrutiva, eu permaneço sendo uma leve respiração;
Corroído e minguando numa falsa meditação que proclama uma falsa genérica paz.
E procurando por bilhões de pessoas, acelero os passos delas na minha alma, para não repetir tormentos óbvios, e sucatas, e lamúrias, e atrasos, e me estancar psiquicamente.
O melhor ser para usufruir de estoicismo acovardou-se disto, e agora cava um túnel para fora do universo de Deus.
Contraditório; porém nada subversivo destas leis gerais.
Pois invariavelmente existem referenciais de certo e errado. Mas só quero desafiar nosso prazeres, nada mais.
Acompanhe-me lentamente entrando:
Ela passou por mim e marcou por 36 anos tal sorriso psicodélico,Ele passou por mim e seu cheiro não me soltou por 36 anos.
Ambos refúgios, e reservas...; tenho feito visitas freqüentes.
Para... lembrar... do... tato... contato... sensato...
Então raspei da minha pele com ferramentas antiquadas, raspei para longe de mim.
(Com coragem, para longe, longe de mim, o que eu conheço por “mim livrando-me de você”)
Abusei de coragens corrosivas e técnicas internas... e plagiei suas genialidades inexistentes.
Adormecidas em seu interior, eu as devorei psiquicamente, antes que brotassem-nas.
Por que eu experimento essa sua jaula minúscula humano?
A grade sexo é atormentadora, passatempo separador, estrangula.
Imensidões também podem se arrepender? Acho que estou arrependido...
Decaído então, em suas conversas.
Seus temperos, seus ataques, suas criatividades expositivas.
Sou movido, para um templo de auto-cultuação.
Sua existência é um veneno.
Sei que qualquer milhões de tentativas não poderia te trazer para perto de mim.
Entorpeça-me mais um pouco dessa pílula chamada “humano”.
(Se você falhar eu te condenarei por eras)
Estando condenado – crescerás quão rápido conversando com meus outros condenados?
Seus castigos sou eu ter colocado “vocês” com “vocês”.
Lentamente se devorarão, pelas próprias armas, defesas.
O verdadeiro inferno, tão rápido que não há tempo para respirar aprendizado, nem extrair amor.
Como turista das subcamadas do submundo eu conheci suas verdadeiras formas.
Eu gosto de ti, eu te adoro, eu talvez realmente te ame...
Mas observe para onde me perco.
Observe as manchas, as marcas, os símbolos, os ecos em mim.
Se você soubesse, se você ao menos soubesse.
Se eu soubesse, se eu ao menos soubesse.
Negando-me liberdade, negando-me calor, beijos.
Você preferiu se banhar de esferas menores.
Doces, frutos, ternuras... carinhos.
Não te contaram? O verdadeiro inferno é o eterno pacífico.
Não te falaram? Preso, preso na calmaria, estagnado.
Não te avisaram? Pra sempre, pra sempre com eles.
Não gritaram? Se eu te deixar, se eu te deixar.
Não te avisei? É uma forma de matá-lo.
E sabe por quê? Por que acordei do meu sono profundo.
E o que veio comigo? A sua verdade e seu caminho na minha mão.
E o que eu farei? Te desacorrentarei para que... um dia... de alguma forma...
Quebre o paradoxo, extingue o enigma, e volte para mim...
Se você soubesse, se ao menos soubesse.
Agora eu sei, eu ao menos sei...