Distante e contínuo, ele procura e encontra, sérias intenções de provar-se e mover-se;
Mas tropeça em sua dificuldade de crescer.
Então situa-se e permanece, se aloja e se acomoda, na queda e de volta, dentro de suas descobertas, fontes possíveis estratégias, e manipulações.
Com seu toque invisível, sutil puxa um laço, suave enlaça uma corda, imperceptível e silencioso, lhe dá um nó.
Encobre-se logo de seus medos, identifica suas costuras, retalha suas seguranças, e remenda sua solidão. Assim ele atormenta o seu convite, de uma paz instável, próxima aos seus olhos que chantageiam uma emoção.
Ele cresce porém rapidamente se apaga. Diante de qualquer um qualquer uma nova fuga, latejada em uma criatividade mórbida e uma impertinência aguda; que o corrói e o desgasta, pois o afasta, do ponto de origem que o atrai e o almeja.
Impulsionado por esta tendência, ele esquece o gosto e o tormento, de um cavaleiro de armadura que batalha, sem conhecer a dor e o amor.
Gerando-se de uma paranóia, ele contorna previsíveis fraquezas, saído quente de uma história, com pegadas de costas.
Ele se auto-distrai e se auto-encanta, empostado minguante a ser, parido de idéias alheias.
Ele se renova e renasce em cada dia, assim perde-se em seu cálculo, altamente codificado, cadeado e indecifrável, quase nulo, do que poderia ser.
Acompanhado de seus olhos que não lacrimejam, mas que choram através de sua cultura;
Cada lágrima levada pra longe em uma nota de uma nova música.
E enquanto é levado embora,
Empacotado em cada mente, (gracejado)
Injetado em cada semente, (implantada)
Leve e dormente, satisfeito e carente,
Arrastado para longe, em cada nota,
Ele é penitente,
Da força de se apagar,
Daquilo que o derrota.
Que o alterou a ser,
E cada sorriso ladrilha para ser,
Só mais uma nova vitória.
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