*Escrito faz tempo. Aos 17 anos.
Uma vida de sobrenaturalidade tira o raciocínio lógico.(Nossa natureza é solitária)
E os mórbidos, não sabem o que é dor, até senti-la no lado espiritual. Que na crença deles é um estereótipo divino, mas na verdade traz a dor de qual eles nunca sentiram.
Não me perco em inflexibilidade psicológica de nenhum gênero.
Sou paranormal, vivendo no inconsciente e na natureza originária das pessoas... Muitas vezes chocando-se equivocadamente com minha primitividade, muitas vezes entrando em negação com tal poder caótico. Sentindo a dor alheia e elevando para crises capazes de acabar com a mente de qualquer um.
No entanto, vou vivendo....
Solitário...
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18 anos a partir.
"A personagem vem buscar os caminhos mais desventurados do mundo, como forma de projeto necessitado de um fim ela lateja no inconsciente a espera da entrada mais perfeita da mente alheia, para o matrimônio possessivo politicado como fonte emocional de um mundo obscuro demoníaco."
"A personagem, ela veio frequentemente buscar minha alma, eu não posso realmente assegurar que ela é mais esperta que eu usufruída dos métodos esquecidos humanos ludibriados pelo sistema capitalista de fragilização na personificação esperta ligeira comércio-afetiva e transbordando no modo corriqueiro cotidiano."
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Hipocrisia da fuga fez a "nova" mente a acreditar "liberdade"
Você pede para mim ser o estereótipo do seu desejo, mas pede para que eu não exceda algo que iria oprimir sua realidade.
Eu simplesmente não posso entender.
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